domingo, 7 de setembro de 2014

Como tudo começou - Minha história e de Davi

Sim, eu o conheci no facebook, sim eu marquei para me encontrar com ele pessoalmente, sim, poderia ser perigoso, mas não, eu não sou besta. Depois de adicionar ele, eu procurei saber o que eu podia. Na verdade, eu não estava nada interessada nele, ele quase estava na "friendzone", mas era um doce de pessoa (era não, meu amor ainda é um doce), e eu meio que pensava:Poxa, eu porque eu não me apaixono por um cara assim. Até aí, ok. Um dia, meio sem querer, eu estava em Salvador e ele resolveu me ver. Se perdeu e tudo o coitado (desculpa baby, tinha que contar hihihi) até achar a casa de meu irmão.  E quando ele chegou e saiu do carro, eu meio que parei e pensei: "Uau! Ele não é nem um pouco parecido com aquela foto de nerd que ele tem no perfil do fb." Meu Deus, eu fiquei besta! Não só com isso, mas pela forma extremamente cavalheira que ele me tratou, e foi embora 5 minutos depois. Tempo este que foi suficiente para eu nunca mais esquecê-lo. Foi mega estranho, a primeira vez que eu vi a pessoa na vida, e depois que ele foi embora, eu sentir uma enorme vontade de que ele voltasse! Meia hora depois eu liguei para ele, e de noite novamente, e no outro dia,  depois, depois, e até hoje eu ligo para ele. rs Engraçado que ele nunca me pediu em namoro, nem eu a ele, aconteceu, tinha que acontecer! Ficamos separados por um mar sem no ver de novo por mais de um mês, sem ter nem se quer ter dado o primeiro beijo, voluntariamente surgiu o compromisso, o respeito, o carinho e os sentimentos. Fluiu tão naturalmente que não pudemos evitar. Cara, se isso não foi amor a primeira vista, não sei mais o que isso significa. Daí veio todos os processos naturais do namoro, até que então depois de tanto namorar, namorar, decidimos noivar. Mas essa é outra história que vamos escrever aqui. :)

Apresentação

Oi para você que está lendo, oi mãe, oi prima, oi vizinha, oi amiga *-*, oi cunha, oi zeladora da minha antiga escola... Enfim, quem quer que esteja lendo, nem que seja EU daqui a uns anos (Oi eu do futuro, está na academia fia? Rum), eu tive de escrever tudo sobre como está sendo o processo do meu novo lar, do meu casamento, das escolhas, dificuldades, relatar tim tim tim por tim tim tim, por que eu sou isso bem. ;) Ta, agora sério, eu amo escrever, descrever, inventar, e acho que me arrependeria amargamente depois, se eu não fizesse isso agora. Lembrar de como foi duro, lindo, frustrante, emocionante, e poder valorizar muito tudo isso no futuro. Sei que esses dias que vão se passar terão fotos para relembrar, mas nada melhor do que lê o relato com minhas próprias palavras, como se fosse realmente uma Aislane do passado que estivesse me contando a história. Eu sempre tive isso comigo, desde pequena, eu tinha a teoria de que quando passamos de certa fase, um “Eu” nosso morre, e meio que esquecemos os nossos objetivos, sentimentos, convicções de antes. Faz meio sentindo, mas na verdade o que acontece é que amadurecemos, obviamente, e passamos a pensar diferente. Acho que eu meio que tinha medo das mudanças, mas hoje eu tenho medo que as coisas nunca mudem. E Sim, sim estou preparada para esse novo capítulo da minha vida!